Devocional #25 – Seguros em Deus

Provérbios 3.21-26

Meu filho, guarde consigo a sensatez e o equilíbrio, nunca os perca de vista; trarão vida a você e serão um enfeite para o seu pescoço.
Então você seguirá o seu caminho em segurança, e não tropeçará; quando se deitar, não terá medo, e o seu sono será tranquilo.
Não terá medo da calamidade repentina nem da ruína que atinge os ímpios, pois o Senhor será a sua segurança e o impedirá de cair em armadilha.

NVI

A promessa contida na passagem de hoje parece até boa de mais para ser verdade. Primeiramente, algo que devemos notar é a condição: guardar a “sensatez e o equilíbrio” (v. 21 NVI). Tratam-se de qualidades que só podemos desenvolver mediante a sabedoria e a obediência a Deus. A consequência natural é segurança, tranquilidade e proteção.

No contexto em que vivemos, de alta incerteza, perigo e violência, segurança é o que qualquer um deseja. Fica claro que essas promessas não são garantidas sempre para todos os que forem sensatos e equilibrados. Por outro lado, é igualmente claro que essas qualidades nos encaminharão em direção a esses benefícios.

Até mesmo uma pessoa que não conhece a Deus pode ser protegida se agir de forma sábia — ainda que não se compare à proteção que encontramos em um relacionamento com Deus.

Por outro lado, o texto de hoje não significa que em momento algum aqueles que estão em Cristo vão tropeçar, sofrer alguma calamidade ou ter dificuldade para dormir, por exemplo. Em geral, vemos que Deus protege os seus filhos das inúmeras tribulações dessa vida. Quando, porém, Deus permite que algo atinja a nossa vida, nunca é sem um propósito.

Sabemos pela Bíblia que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam (Rm 8.28). Podemos, pois, descansar no conhecimento de que Deus é soberano e cuida das nossas vidas. Não podemos deixar que o medo das dificuldades nos paralise, pois a nossa recompensa final não está nas coisas terrenas (cf. Hb 10.34). E, seja lá o que tivermos de passar, temos no Senhor a força e a paz para atravessá-lo (cf. Sl 23.4). Não existe nada que possa pagar esse privilégio!

Comentários