A existência do Inferno prova que Deus é Amor

Como Deus pode amar o ser humano e, ao mesmo tempo, permitir que pessoas sejam condenadas ao inferno?


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O primeiro passo para responder essa pergunta é compreender nossa natureza. Somos seres essencialmente espirituais (Jo 4.24), criados por Deus à sua imagem e semelhança (Gn 1.27), e habitamos em um corpo que, originalmente, foi formado do pó da terra (Gn 2.7).

Por essa razão, a morte do nosso corpo físico (Lc 12.4) não representa o fim de nossa existência (1Jo 5.11), pelo contrário, representa o início do verdadeiro propósito pelo qual fomos criados: viver eternamente com Deus (1Jo 2.25, Ef 1.3-14). Porém, não somos obrigados a viver eternamente com ele (Sl 25.12), Deus também nos deu a opção de viver eternamente sem ele (Mt 7.13-14).

Contudo, Deus deixou claro que essa decisão deve ser tomada durante nossa vida aqui na terra (Hb 9.27-28). Para isso, nos deixou as Escrituras (Jo 17.17), enviou seu filho Jesus (Jo 14.6) e nos concedeu o Espírito Santo (Jo 16.13).

Além de dotar nosso ser de vontade, emoção e intelecto (Jó 38.36), para que pudéssemos compreender nossa natureza (Rm 8.5-8), o mundo em que vivemos (1Jo 5.19) e, principalmente, para que pudéssemos conhecê-lo (Pv 2.1-6).

No mundo vivemos experiências boas e ruins (Jo 16.33), conhecemos o amor, mas também conhecemos a dor e o sofrimento (Ec 3.1-8). Porém se pudéssemos escolher, com certeza optaríamos em ficar somente com o amor (Dt 30.19-20).

O mais impressionante é que quando conhecemos a Deus, descobrimos que ele não tem amor, ele é amor (1Jo 4.7-8). Essa é a razão pela qual viver com Deus é viver no amor (1Jo 4.16) e viver sem Deus é viver na ausência de amor (Sl 32.10).

Por que o Inferno?

É por isso que a existência de um lugar de dor e sofrimento eterno (Dn 12.2-3, 2 Pd 2.17), prova que Deus é amor (Jo 3.18-21), pois o inferno é exatamente o oposto daquilo que encontramos em Deus (1Jo 1.5-6). Não podemos esperar nada diferente do inferno descrito pela Bíblia, se optarmos por viver eternamente longe do amor (1Co 13).

Se a existência do inferno prova que Deus é amor (Jo 5.24), o alerta que Deus faz sobre a existência deste lugar (Mt 25.46) e o plano de salvação que ele preparou para que o homem não vá para lá (Jo 3.16-17, 1Jo 4.9-10), prova de forma definitiva o seu amor por nós (Rm 5.8).


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Comentários

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  • Rodrigo
    Responder

    Com sinceridade, eu tento crer, porém surgem indagações na mente. São questionamentos que ainda não obtive as respectivas respostas. Exemplos: De onde vem essa essência espiritual do ser humano, uma vez que a pessoa é gerada a partir de duas células? Para que um corpo físico (sendo o espírito a essência do homem) ? De acordo com o que pude entender da Bíblia, não é o Senhor Jesus que escolhe os seus? Não é Ele quem salva o homem? Logo, entra a questão: como posso eu escolher entre viver eternamente com Deus ou não? Deus criou o inferno? Se sim, Deus criou o inferno para aqueles que não querem viver com Ele? Eu admiro quem tem tamanha fé, pois a certeza não deixa espaço para perguntas. Eu consigo, no máximo, agradecer a Deus pela compaixão dEle no meu viver. Misericórdia essa que vai além do meu enxergar.

  • VIVIANE
    Responder

    Vc encontrará respostas,se QUISER persistir. Vai exigir muito do seu intelecto. Vc verá que a fé é racional. E não serás pessoas que apenas reproduzem o q outros falam.

    • Rodrigo

      Não entendi como posso encontrar as respostas. Eu já ouvi interpretações distintas de textos bíblicos tanto na igreja que eu frequentava, como também em vídeos. Confesso que tenho dificuldade. Mesmo assim, eu agradeço pelo comentário!

  • Edi Nunes
    Responder

    Rodrigo, entendo suas indagações porque já tive muitas, mas consegui encontrar na bíblia e na fé as respostas.

    Quando Deus nos criou, diz a bíblia que Ele “soprou” em nossas narinas o fôlego da vida. Isso é a eternidade que passamos a ter quando nascemos. Somos eternos, queiramos ou não. A questão é, onde passaremos a eternidade? E qual será nossa escolha?
    Temos duas opções: escolher Deus ou não. Ele jamais permitirá que alguém vá ao inferno sem ter tido a possibilidade de escolha. Deuteronômio 30:19 nos fala sobre essa escolha.
    Jesus nos recebe mediante arrependimento dos nossos pecados. lucas 3:3 João prega o batismo de arrependimento. sem o mesmo, não podemos receber o perdão e salvação.

    Sobre o inferno, Deus o criou para o diabo e seus anjos.
    Nós temos a escolha. Podemos não ir para lá mediante a aceitação do sacrifício de amor de Jesus Cristo por nós.

    Creio que há perguntas difíceis, porém sei também que, se há um coração aberto para ouvir a Deus, Ele tornará as coisas compreensíveis através da sua palavra e do seu Espírito.

    Leia, ore e busque as respostas com pessoas que são comprometidas com a verdade da Bíblia Sagrada.

    Deus o ilumine nessa busca.

    Abraço.

  • Maryane
    Responder

    Gostei da mensagem. Obrigado Esdras! Não perco 1 vídeo do seu canal, pois sei que só contribui para o meu crescimento espiritual.

  • Ezequiel
    Responder

    Como pode ser amoroso o criar alguém e depois dizer: me ame ou sofra eternamente? Seria muito mais amoroso se Deus não criasse ninguém. Se Deus criou o inferno, criou uma pessoa e impôs que, ou ela o serve ou sofrerá para sempre, então Ele é um tirano cruel. Vejam que não se trata simplesmente de ser uma pessoa maligna; mesmo se quiser ser uma boa pessoa e ajudar o próximo, mas adorar Alá ou se for Ateu e não quiser passar a eternidade com Deus, a pessoa só tem a opção de existir pra sempre numa realidade de sofrimento.
    Essa é uma prova legítima do Amor de Deus?? Não seria uma maneira de manchar a reputação Dele?
    Eu não pedi pra ser criado, mas Deus me obriga a existir. Se eu achar ruim, fogo em mim pra sempre?

    Ademais, onde a Bíblia diz que o ser humano é essencialmente espiritual? Nananinanão! Um humano é um ser vivo formado de pó de solo + sopro de vida. Ter sido formado à imagem e semelhança de Deus significa ser essencialmente pessoal, um ser com individualidade, auto percepção, vontade própria e sentimentos. Por exemplo, os anjos são pessoas, mas não são seres físicos e os animais são seres físicos, mas não são pessoas. O Todo-Poderoso e os anjos são de essência pessoal, substância espiritual e natureza divina; Nós somos de essência pessoal, substância física e natureza humana; As outras criaturas da Terra são de essência impessoal, substância física e natureza animal. Não devemos confundir as coisas…
    Paulo, em 1 Coríntios 15.42-50, tratando das pessoas que vão para o céu, deixa claro que não é o corpo espiritual que vem primeiro, e sim o material, que vem da terra. Só depois da morte, na ressurreição, é que a pessoa recebe um corpo espiritual, do céu. Ele ilustra isso muito bem, falando da semente que tem um corpo; ela é enterrada e renasce com um novo corpo, de árvore, por exemplo. O ser humano tem um corpo físico; quando ele morre, é enterrado; quando ressuscitado, recebe um novo corpo, um espiritual, por exemplo. Mas não é o espiritual que vem primeiro, e sim o físico.
    O que me diz sobre isso?

  • Lazaro Rocha
    Responder

    Deus eu te amo!!

  • Pablo Ferreira
    Responder

    Eu tenho muitas dúvidas sobre o Inferno. Existem inconsistências nas principais Linhas de Pensamento. A única certeza que tenho é que o Inferno não tira a Soberania de DEUS e nem O torna menos amoroso. É mais confortante confiar em seu amor e acreditar em sua Graça leva embora toda angústia!

  • Nilo Anderson
    Responder

    Concordo plenamente irmão
    Amém

  • Barreto
    Responder

    Primeiramente vamos destacar que o inferno ou local no qual tais criaturas viveriam, teria de ser um lugar e não apenas uma condição, pois nenhuma criatura poderia existir em quaisquer condições sem um lugar. No entanto isso aponta para o fato de que este lugar teria sido criado por Deus antes mesmo dos humanos, portanto todas as criaturas que um dia não existiam mas que viriam a existir, e que se tornariam rebeldes contra Deus, já tinham na mente de Deus um lugar reservado para permanecerem atormentadas eternamente. E Deus teria aprovado realizar isso, mesmo podendo retirar delas a existência e fazendo-as retornar ao mesmo estado de antes de existirem, ou seja, inexistência. Não seria no minimo estranha esta opção escolhida por Deus de preferir atormenta-las?

    Se o local destas criaturas existe e é mantido em existência por Deus, sendo um espaço que difere do espaço dos obedientes, este local deve então coexistir paralelamente ao mundo dos aprovados por Deus, não junto obviamente, porém; dentro da mesma realidade de Deus, sendo portanto um mundo especialmente idealizado, projetado e criado por Deus para estas criaturas. Separado e distante do mundo ou estilo de vida ao qual eles rejeitaram antes do julgamento final. Por fim, eles e todas as criaturas como Satanás e seus anjos e todos os rebeldes encontrariam agora neste ambiente um espaço somente deles, sem interferências diretas da parte de nenhuma criatura obediente.

    Você percebe as implicações?

    Não existe como defender este ensino falso sem que as consequências logicamente trágicas do ensino tragam coisas completamente absurdas a tona. Tanto a versão mais implacável quanto a versão mais soft do inferno ou tormento eterno criam absurdos difíceis de serem sustentados. Eles vão contra toda a lógica e justiça.

    Ademais, se a visão sustentada for de que o tormento se dá pela dor real imposta por um fogo literal, isso apenas coloca Deus como o queimador e assador eterno destas criaturas, pois ele seria o sustentador não só do local, mas das condições e criaturas lá mantidas vivas. Não desperceba que os tormentos não seriam afligidos nas pessoas por Satanás e seus demônios, não é isso que a religião deles prega, e isso nem mesmo teria lógica. O próprio Satanás e os demônios também seriam atormentados eternamente por Deus junto com as demais pessoas, e isso sem absolutamente nenhum fim corretivo, mas simplesmente para saciar o desejo de vê-los serem atormentados.

    Ademais, quais motivos Deus teria para rejeitar e anular o livre-arbítrio da criatura de optar por não ser mantido em existência? Se ele respeitou tanto a decisão livre dela de optar por não servi-lo, e até mesmo de negar em alguns casos, a Sua existência; por que motivos Deus negaria a eles agora a liberdade de optar por sair da existência pela anulação e extração de seus seres? Deus impede a livre escolha da criatura ao impor a ela a existência para a qual ela foi trazida e que agora deseja abrir mão? E por que Deus negaria isso a esta criatura senão pelo simples desejo de vê-la ser atormentada já que nenhum fim corretivo ou de reajuste visa este local de tormentos?

    Seria justiça Deus impor esta punição a uma pessoa que digamos viveu 70 anos na terra e não aderiu aos objetivos de Deus, ser condicionada a viver 700.000 quintilhões de de milênios, só para começar na contagem; neste estado ou lugar de tormentos eternos?

    Não seria muito mais sensato e racional, Deus simplesmente extrair a vida e a existência daqueles que foram achados indignos de receber as promessas boas de Deus, e limpar todo seu universo de quaisquer resquícios de dor, clamor ou lado sombrio em oposição a paz e harmonia universal?

    Pense nisso! Estudo a Bíblia com uma testemunha de Jeová

  • Andréia
    Responder

    Esdras seus videos são muito bons. A maneira como explica facilita nossa compreensão. Obrigada.